

Clique aqui para acessar o Minimanual para a cobertura jornalística das mudanças climáticas.
Clique aqui para acessar o livro “Jornalismo e riscos climáticos : percepções e entendimentos de jornalistas, fontes e leitores”
A pesquisadora defende conectar o dia a dia das pessoas com as causas da emergência climática e inserir o debate de forma mais frequente na imprensa. Conheça um pouco mais sobre a trajetória da Eloísa e as contribuições da jornalista para encararmos os desafios socioambientais.
Sílvia Marcuzzo: Desde quando vens estudando essa relação do clima e jornalismo?
Eloísa Loose: Comecei a pesquisar as interfaces entre comunicação e mudanças climáticas em 2012, quando ingressei no doutorado em Meio Ambiente e Desenvolvimento, na Universidade Federal do Paraná. Mas, já trabalhava com jornalismo ambiental desde 2006, quando cursava a graduação. O e-book Jornalismo e Riscos Climáticos, lançado em 2020, apresenta os resultados dessa pesquisa, que foi premiada pela Capes.
SM: Por que acreditas que esse tema é importante?
EL: A crise climática afeta nossas vidas de diferentes maneiras. Problemas já conhecidos são agravados, como a perda da biodiversidade e a ocorrência de eventos climáticos extremos. Há quem diga que a questão climática é o grande desafio da humanidade neste século, sendo um tema transversal a todos os outros e urgente. O mais recente relatório do IPCC, publicado em agosto deste ano, afirma que a temperatura global está aumentando mais rápido do que se imaginava, apontando para a necessidade imediata de mudança do modelo de desenvolvimento estabelecido, baseado em combustíveis fósseis e na exploração desmedida da natureza.
SM: Que sugestões daria para quem quer cobrir melhor o tema?
EL: É preciso dar mais visibilidade para a escala local (e suas articulações com o fenômeno global) a fim de conectar o dia a dia das pessoas com as causas da emergência climática, e tornar a pauta mais frequente nos meios de comunicação. Outro caminho importante é centrar-se nas narrativas que tratam do enfrentamento, explicando suas limitações e trazendo um olhar amplo sobre o que nos trouxe até aqui. Ações em todas as escalas e de todos os setores são necessárias, e o jornalismo deve cuidar para não responsabilizar apenas o público, de forma individual, fomentando o debate para a implementação de políticas públicas sobre o tema. Sugiro ainda a leitura do Minimanual para a cobertura jornalística das mudanças climáticas.
SM: O que as organizações que trabalham com questões ambientais, como proteção à biodiversidade e recuperação de áreas degradadas, podem fazer para mostrar o quanto essas agendas interferem no clima?
EL: A agenda climática é transversal e está cada vez mais atrelada a questões socioeconômicas. Todas as organizações podem relacionar seu trabalho com o debate climático, sobretudo pensando em alternativas para reduzir as emissões de gases de efeito estufa. A crise climática é o maior risco ambiental do nosso tempo e é importante que a gente una todos os esforços possíveis para enfrentá-lo.
Como contatar a Eloisa:
E-mail: eloisa.beling@gmail.com
LinkedIn: Clique aqui.
Acesse os materiais da pesquisadora:
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Eloísa Loose: Comecei a pesquisar as interfaces entre comunicação e mudanças climáticas em 2012, quando ingressei no doutorado em Meio Ambiente e Desenvolvimento, na Universidade Federal do Paraná. Mas, já trabalhava com jornalismo ambiental desde 2006, quando cursava a graduação. O e-book Jornalismo e Riscos Climáticos, lançado em 2020, apresenta os resultados dessa pesquisa, que foi premiada pela Capes.
SM: Por que acreditas que esse tema é importante?
EL: A crise climática afeta nossas vidas de diferentes maneiras. Problemas já conhecidos são agravados, como a perda da biodiversidade e a ocorrência de eventos climáticos extremos. Há quem diga que a questão climática é o grande desafio da humanidade neste século, sendo um tema transversal a todos os outros e urgente. O mais recente relatório do IPCC, publicado em agosto deste ano, afirma que a temperatura global está aumentando mais rápido do que se imaginava, apontando para a necessidade imediata de mudança do modelo de desenvolvimento estabelecido, baseado em combustíveis fósseis e na exploração desmedida da natureza.
SM: Que sugestões daria para quem quer cobrir melhor o tema?
EL: É preciso dar mais visibilidade para a escala local (e suas articulações com o fenômeno global) a fim de conectar o dia a dia das pessoas com as causas da emergência climática, e tornar a pauta mais frequente nos meios de comunicação. Outro caminho importante é centrar-se nas narrativas que tratam do enfrentamento, explicando suas limitações e trazendo um olhar amplo sobre o que nos trouxe até aqui. Ações em todas as escalas e de todos os setores são necessárias, e o jornalismo deve cuidar para não responsabilizar apenas o público, de forma individual, fomentando o debate para a implementação de políticas públicas sobre o tema. Sugiro ainda a leitura do Minimanual para a cobertura jornalística das mudanças climáticas.
SM: O que as organizações que trabalham com questões ambientais, como proteção à biodiversidade e recuperação de áreas degradadas, podem fazer para mostrar o quanto essas agendas interferem no clima?
EL: A agenda climática é transversal e está cada vez mais atrelada a questões socioeconômicas. Todas as organizações podem relacionar seu trabalho com o debate climático, sobretudo pensando em alternativas para reduzir as emissões de gases de efeito estufa. A crise climática é o maior risco ambiental do nosso tempo e é importante que a gente una todos os esforços possíveis para enfrentá-lo.
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Sílvia Marcuzzo: Desde quando vens estudando essa relação do clima e jornalismo?
Eloísa Loose: Comecei a pesquisar as interfaces entre comunicação e mudanças climáticas em 2012, quando ingressei no doutorado em Meio Ambiente e Desenvolvimento, na Universidade Federal do Paraná. Mas, já trabalhava com jornalismo ambiental desde 2006, quando cursava a graduação. O e-book Jornalismo e Riscos Climáticos, lançado em 2020, apresenta os resultados dessa pesquisa, que foi premiada pela Capes.
SM: Por que acreditas que esse tema é importante?
EL: A crise climática afeta nossas vidas de diferentes maneiras. Problemas já conhecidos são agravados, como a perda da biodiversidade e a ocorrência de eventos climáticos extremos. Há quem diga que a questão climática é o grande desafio da humanidade neste século, sendo um tema transversal a todos os outros e urgente. O mais recente relatório do IPCC, publicado em agosto deste ano, afirma que a temperatura global está aumentando mais rápido do que se imaginava, apontando para a necessidade imediata de mudança do modelo de desenvolvimento estabelecido, baseado em combustíveis fósseis e na exploração desmedida da natureza.
SM: Que sugestões daria para quem quer cobrir melhor o tema?
EL: É preciso dar mais visibilidade para a escala local (e suas articulações com o fenômeno global) a fim de conectar o dia a dia das pessoas com as causas da emergência climática, e tornar a pauta mais frequente nos meios de comunicação. Outro caminho importante é centrar-se nas narrativas que tratam do enfrentamento, explicando suas limitações e trazendo um olhar amplo sobre o que nos trouxe até aqui. Ações em todas as escalas e de todos os setores são necessárias, e o jornalismo deve cuidar para não responsabilizar apenas o público, de forma individual, fomentando o debate para a implementação de políticas públicas sobre o tema. Sugiro ainda a leitura do Minimanual para a cobertura jornalística das mudanças climáticas.
SM: O que as organizações que trabalham com questões ambientais, como proteção à biodiversidade e recuperação de áreas degradadas, podem fazer para mostrar o quanto essas agendas interferem no clima?
EL: A agenda climática é transversal e está cada vez mais atrelada a questões socioeconômicas. Todas as organizações podem relacionar seu trabalho com o debate climático, sobretudo pensando em alternativas para reduzir as emissões de gases de efeito estufa. A crise climática é o maior risco ambiental do nosso tempo e é importante que a gente una todos os esforços possíveis para enfrentá-lo.
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Nossa primeira entrevistada é a Eloísa Loose. Conheço ela há muitos anos, desde os tempos que eu agitava no Núcleo de Ecojornalistas do RS (aliás, o NEJ merece um texto especial no meu site, sou muito grata ao grupo).
A Eloísa hoje é pesquisadora, consultora na área de comunicação e meio ambiente, com ênfase em mudanças climáticas, e diretora de comunicação do NEJ. Pós-doutora pelo Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS (2018), com bolsa Capes. Graduada em Comunicação Social – habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal de Santa Maria – UFSM (2007), mestre em Comunicação e Informação pela UFRGS (2010), doutora em Meio Ambiente e Desenvolvimento pela Universidade Federal do Paraná – UFPR (2016) e doutora em Comunicação pela UFRGS (2021). Realizou estágio doutoral, com financiamento da Capes, na Universidade do Minho (2014). Recebeu o Prêmio Capes 2017 pela melhor tese na área de Ciências Ambientais.
Tem experiência na área de Comunicação, com ênfase em Jornalismo Científico e Ambiental, atuando principalmente nos seguintes temas: divulgação científica, comunicação de riscos e desastres, e comunicação climática. Já foi professora nos cursos de Jornalismo da UFPR e do Centro Universitário Internacional (Uninter). É vice-líder do Grupo de Pesquisa Jornalismo Ambiental (CNPq/UFRGS) e membro da International Environmental Communication Association (IECA) e da Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo (SBPJor).
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EL: A crise climática afeta nossas vidas de diferentes maneiras. Problemas já conhecidos são agravados, como a perda da biodiversidade e a ocorrência de eventos climáticos extremos. Há quem diga que a questão climática é o grande desafio da humanidade neste século, sendo um tema transversal a todos os outros e urgente. O mais recente relatório do IPCC, publicado em agosto deste ano, afirma que a temperatura global está aumentando mais rápido do que se imaginava, apontando para a necessidade imediata de mudança do modelo de desenvolvimento estabelecido, baseado em combustíveis fósseis e na exploração desmedida da natureza.
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EL: É preciso dar mais visibilidade para a escala local (e suas articulações com o fenômeno global) a fim de conectar o dia a dia das pessoas com as causas da emergência climática, e tornar a pauta mais frequente nos meios de comunicação. Outro caminho importante é centrar-se nas narrativas que tratam do enfrentamento, explicando suas limitações e trazendo um olhar amplo sobre o que nos trouxe até aqui. Ações em todas as escalas e de todos os setores são necessárias, e o jornalismo deve cuidar para não responsabilizar apenas o público, de forma individual, fomentando o debate para a implementação de políticas públicas sobre o tema. Sugiro ainda a leitura do Minimanual para a cobertura jornalística das mudanças climáticas.
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EL: A agenda climática é transversal e está cada vez mais atrelada a questões socioeconômicas. Todas as organizações podem relacionar seu trabalho com o debate climático, sobretudo pensando em alternativas para reduzir as emissões de gases de efeito estufa. A crise climática é o maior risco ambiental do nosso tempo e é importante que a gente una todos os esforços possíveis para enfrentá-lo.
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